Esportes

Os aminoácidos e o esporte

Os aminoácidos são essenciais para a movimentação do nosso corpo, uma vez que são os formadores das proteínas, o principal componente dos músculos!

A ingestão de aminoácidos traz uma série de efeitos positivos, como aumento da resistência, recuperação mais rápida do cansaço, diminuição das dores musculares, prevenção da síndrome metabólica, entre outros, e é por conta disso que os praticantes de exercícios físicos têm necessidade muito maior de consumi-los, fazendo com que os aminoácidos sejam parte integrante de suas rotinas. Cada vez mais, praticantes de esportes estão compreendendo os benefícios destes nutrientes, passando a ingeri-los regularmente.

Por serem rapidamente absorvidos pelo organismo, em cerca de 30 minutos, os aminoácidos em sua forma livre têm a vantagem em relação às proteínas de poderem ser utilizados imediatamente quando necessário, fazendo deles uma opção ideal para práticas esportivas.

Você sabia que o BCAA, tão usado na prática do exercício, é aminoácido?

BCAA (sigla do inglês Branched Chain Amino Acids – ou aminoácidos de cadeia ramificada) é a denominação conjunta dos três aminoácidos essenciais (Valina, Leucina e Isoleucina), que correspondem a cerca de 40% dos aminoácidos essenciais presentes nas proteínas musculares.

Ao colocar o corpo em movimento através de esportes, nosso organismo obtém a energia necessária de suas reservas de glicose. Em atividades mais intensas ou mais prolongadas, estas reservas são esgotadas e o organismo garante seu suprimento de energia “fragmentando” as proteínas presentes nos músculos, para delas extrair aminoácidos tais como BCAA, que são consumidos para manter o fornecimento de energia ao corpo. Por conta disso há diminuição da massa muscular e mais suscetibilidade a lesões.

Por meio de uma suplementação prévia de BCAA, o corpo terá a fonte adicional de energia para consumir - diminuindo, assim, a necessidade da quebra de proteínas e evitando, com isso, a perda de massa muscular e as lesões que lhe seriam causadas, possibilitando a manutenção da atividade física por mais tempo.

O fornecimento de BCAA logo após a prática esportiva, ou antes de dormir, permite aos músculos danificados se recuperarem com mais rapidez, além de diminuir o incômodo das dores musculares.

Outros aminoácidos benéficos para a prática esportiva

Arginina: um aminoácido que contribui para a recuperação física

A Arginina contribui para estimular a produção do hormônio de crescimento – que têm, entre seus efeitos, a reconstituição do organismo, além de ser importante para o aumento e o fortalecimento da massa muscular. Tendo, portanto, o suprimento adequado de Arginina, a produção desse hormônio é estimulada, incrementando a formação de proteínas e contribuindo para melhores resultados do exercício.

Glutamina: um aminoácido que tende a fazer falta

A Glutamina é um aminoácido abundante nos músculos, contribuindo da mesma forma que o BCAA como matéria-prima para a sua formação, ao mesmo tempo que previne a sua quebra em aminoácidos. Quando a pessoa está em repouso, esse aminoácido está presente em quantidade suficiente. Porém, após a prática de exercícios físicos intensos, diversos órgãos passam a necessitar desse aminoácido, levando à falta dele, motivo pelo qual sua reposição é considerada necessária na prática de atividades esportivas.

Arginina: principais benefícios na prática de atividade física

A Arginina apresenta diversas funções fisiológicas importantes no organismo e alguns dos seus benefícios podem contribuir na performance e resultados de praticantes de atividade física e atletas.

• Performance física

No caso de exercícios físicos dinâmicos, o fluxo sanguíneo, a temperatura e a transpiração aumentam. Portanto, sugere-se que o NO, produzido a partir da NOS endotelial, possa ser um dos principais responsáveis pela dilatação reflexa cutânea e também contribua para o aumento da temperatura corporal. Esta dilatação faz com que o fluxo de sangue e oxigênio aumente nos músculos, o que é benéfico para a prática de exercícios físicos.

Esta melhora do suprimento sanguíneo para o músculo, por exemplo, pode prevenir o desenvolvimento da fadiga muscular. E por ser precursora de NO, a arginina também pode auxiliar neste processo.

Além disso, a Arginina no corpo humano está relacionada à produção de creatina, junto com os aminoácidos metionina e glicina. A creatina, por sua vez, é utilizada pelos músculos para o aumento da potência de transformação de ADP em ATP através da elevação da disponibilidade de fosfocreatina durante a recuperação do exercício, fato que melhora a performance, já que o ATP funciona como fonte de energia para a realização da maioria dos processos celulares.

• Contribui na redução do cansaço e fadiga

A amônia é uma substância gerada a partir do processo de obtenção de energia, porém ela é tóxica para o organismo, inclusive para o sistema nervoso central, e por isso pode provocar a fadiga.

Para ser eliminada do organismo, a amônia passa pelo ciclo da ureia, onde é metabolizada no fígado e depois excretada. Como a Arginina age no ciclo da ureia, auxiliando no metabolismo que promove a desintoxicação da amônia, o aminoácido pode aliviar a sensação de fadiga (física ou mental) causada pela amônia.

• Prolonga o estado de alerta da cafeína

A cafeína é amplamente conhecida por estimular o sistema nervoso central, resultando em alerta mental, fadiga diminuída e sonolência reduzida. Inclusive é muito consumida por praticantes de atividade física e atletas que desejam melhorar a performance física.

A Arginina em combinação com cafeína pode aumentar a duração dessa atividade, prolongando o estado de alerta.

• Aumento de força e massa muscular

Arginina associada a um programa de treinamento com pesos pode potencializar os estímulos do exercício, proporcionando o aumento de força e de massa muscular, que favorece indiretamente a melhora da performance física, além de melhorar a composição corporal.

Isso porque o efeito vasodilatador aumenta a perfusão sanguínea e com isso facilita o aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. Além disso, a arginina também pode estar relacionada a um segundo efeito associado ao aumento de força e massa muscular - a síntese proteica, já que a Arginina é um aminoácido que participa da síntese de proteína muscular.

• Aumento de força e massa muscular

Arginina associada a um programa de treinamento com pesos pode potencializar os estímulos do exercício, proporcionando o aumento de força e de massa muscular, que favorece indiretamente a melhora da performance física, além de melhorar a composição corporal.

Isso porque o efeito vasodilatador aumenta a perfusão sanguínea e com isso facilita o aporte de oxigênio e nutrientes aos tecidos. Além disso, a arginina também pode estar relacionada a um segundo efeito associado ao aumento de força e massa muscular - a síntese proteica, já que a Arginina é um aminoácido que participa da síntese de proteína muscular.

• Estresse oxidativo no exercício

Os exercícios físicos de média e alta intensidade podem gerar situações de estresse e redução da concentração de diversos aminoácidos, incluindo a L-arginina.

Neste cenário, podem ocorrer danos celulares (e no DNA) provocados, principalmente, pela formação de radicais livres. E a arginina pode reduzir danos oxidativos durante o exercício.

Por conta dos danos oxidativos, a arginina também é utilizada pelo sistema imune, já que o NO pode servir como um potente antioxidante, pois reduz os níveis de radicais superóxido e hidroxil, formados durante o estresse oxidativo. Isso faz com que o aminoácido possa evitar infecções, principalmente em exercícios de alta intensidade ou mesmo em condições especiais como cirurgias, doenças crônicas, podendo reduzir os danos provocados no DNA de leucócitos.

*Vale ressaltar que sempre recomendamos a indicação de um profissional da área da saúde habilitado para indicação de produtos contendo Arginina e qualquer outro suplemento ou medicamento.

AMINO MP9®: eficácia comprovada na síntese proteica muscular

AMINO AMINO MP9® é um blend exclusivo que contém todos os aminoácidos essenciais, aqueles que o nosso corpo não é capaz de produzir e precisamos ingerir através da alimentação e/ou suplementação e que são indispensáveis para a síntese proteica muscular.

Além disso, é enriquecido com L-leucina, o aminoácido responsável pela ativação da síntese proteica.

Para a síntese de novas proteínas musculares ocorrer, além de ativar a síntese proteica, é necessário fornecer todos os aminoácidos, por isso AMINO AMINO MP9® possui em sua formulação os 9 aminoácidos essenciais.

A quantidade de aminoácidos que um indivíduo deve ingerir varia de acordo com suas necessidades nutricionais e objetivo. A Sociedade Internacional de Nutrição do Esporte, recomenda o uso de aminoácidos essenciais para o aumento da síntese proteica muscular (MPS), em doses que variam entre 6 a 15g.

Entretanto, comprovadamente, apenas 1,5g do Amino AMINO MP9® é suficiente para aumentar a síntese proteica, tornando-se um aliado de atletas e praticantes de atividade física que buscam melhores resultados e uma melhor performance.

Estudo científico1 comprovou que 1,5g de Amino AMINO MP9® estimula a síntese proteica muscular na mesma intensidade que 40g de whey protein.

Além disso, como Amino AMINO MP9® é capaz de estimular a síntese proteica em uma quantidade substancialmente menor que o whey protein, pode ser consumido em apresentação mais conveniente, com o benefício de não conter excesso de calorias provenientes de carboidratos ou lipídeos.

Amino AMINO MP9® pode ser manipulado em cápsulas ou sachês, respeitando a individualidade e necessidade de cada um.

A Ajinomoto do Brasil, referência no mercado pela produção de aminoácidos de alta qualidade, comercializa com exclusividade o Amino AMINO MP9®, tendo a Biovital como distribuidora exclusiva para o mercado magistral.

*Vale ressaltar que sempre recomendamos a orientação de um profissional da área da saúde habilitado.

Referência: 1 Wilkinson, D. J. et al. Effects of leucine-enriched essential amino acid and whey protein bolus dosing upon skeletal muscle protein synthesis at rest and after exercise in older women, v. 71, n. 6. 2018.